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A retórica da forca contra quem discorda: A hipocrisia gritante da esquerda raivosa

Aqui no Brasil a esquerda, que considera a injúria suprema chamar quem dela discorda de nazista e fascista, ignora ou finge ignorar que os regimes comunistas mataram muito mais. Estimativas modestas, baseadas em documentos oficiais, arquivos secretos desclassificados e estudos acadêmicos como "O Livro Negro do Comunismo", publicado em 1997, calculam um massacre de cerca de 100 milhões de pessoas somente no século XX para impor o totalitarismo socialista. Estas cifras incluem o Holodomor na Ucrânia (a fome planejada que matou milhões), os gulags soviéticos, a Grande Fome Chinesa, os campos de extermínio do Khmer Vermelho no Camboja, expurgos sangrentos ou limpezas ideológicas, execuções sumárias e fomes artificiais provocadas em dezenas de países. Para comparação, o nazismo, com toda a sua barbárie, é responsável por cerca de 20 a 25 milhões de mortes diretas, incluindo o Holocausto. O comunismo, portanto, não foi "menos mau". Foi, em escala e duração, o maior assassinato em massa da história moderna – o maior genocídio. O que torna essa hipocrisia ainda mais gritante é que a esquerda inveja e deseja implementar a mesma ideologia que gosta de mandar seus opositores para a morte. O exemplo mais recente – e escandaloso – vem do próprio presidente Lula da Silva. Em discurso proferido ontem, 2 de junho de 2026, em Catalão (GO), Lula chamou os senadores Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro de "camelôs da pátria" e "traidores", acusando-os de pedir "interferência" americana no Brasil por causa de tensões comerciais com os EUA. Na época de Biden, essa mesma suposta "interferência" era chamada de "cooperação" para salvar a "democracia". Então, o presidente declarou: "Eles são traidores. Por menos que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que denunciou Tiradentes, foi enforcado. O que merecem os traidores da pátria?". A mensagem é clara: segundo o presidente da República, os filhos de Bolsonaro mereceriam o mesmo destino – o enforcamento – por serem "traidores". Flávio Bolsonaro já anunciou que entrará com notícia-crime no Supremo Tribunal Federal por ameaça e incitação ao crime. Lula errou o fato histórico, sem surpresa. Tiradentes foi quem foi enforcado e esquartejado. O delator Joaquim Silvério dos Reis morreu anos depois, em 1819. O sentido do discurso, porém, não mudou: foi uma clara sugestão de violência extrema contra opositores. Esses partidos de esquerda, há décadas, se apresentam como "defensores da democracia" e acusam a direita de autoritarismo. Rotulam qualquer crítica ou qualquer defesa da livre iniciativa e da liberdade de expressão como "fascismo". E acabaram de inventar a "retórica da forca" contra quem discorda.

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Lula perde a cabeça e o Planalto não consegue responder a uma pergunta simples

O encontro entre Donald Trump e Lula, não obstante a narrativa mentirosa que o governo Lula tentou disseminar, foi dominado por uma crise diplomática sem precedentes com Washington. A pauta oficial era comunicação de governo e alinhamento eleitoral — mas a realidade impôs outra agenda. O quadro atual é tenebroso para o governo que enfrenta simultaneamente três frentes abertas com os Estados Unidos: a proposta de tarifação de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) na segunda-feira; a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas estrangeiras, com vigência a partir desta sexta-feira (5); e a investigação americana que acusa Brasília de restringir o comércio bilateral. Três golpes em sequência, todos na mesma semana. A resposta de Lula foi o retrato do descontrole. Em palanque em Catalão (GO), na terça-feira (2), Lula chamou os filhos de Bolsonaro de "vendilhões da pátria" e insinuou que merecem ser enforcados — cometendo, no calor da fúria, um erro histórico primário: confundiu Tiradentes com o delator Joaquim Silvério dos Reis. Quem foi enforcado e esquartejado foi Tiradentes. O traidor Silvério dos Reis recebeu pensão da Coroa Portuguesa e morreu tranquilamente em 1819. Flávio Bolsonaro anunciou que acionará o STF contra Lula por ameaça e incitação ao crime. A quatro meses das eleições, Lula que não soube prevenir a crise agora responde com fúria — e sem precisão. A pergunta que o Planalto não consegue responder é simples: qual é a estratégia?