O que acontece com o cérebro quando temos pesadelos e por que descansar não é a mesma coisa que dormir

Você corre, mas as pernas não avançam. Há alguém atrás. Ou alguma coisa. Você não consegue ver, mas a presença ocupa o sonho inteiro. Tenta gritar, mas a voz não sai da garganta. Tenta se mover mais rápido e o corpo cede para a frente. O medo não é dramático: é físico e incapacitante. Depois vem o despertar abrupto e a respiração ofegante em um quarto escuro que leva um segundo para voltar a parecer familiar.
O que acontece com o cérebro quando temos pesadelos e por que descansar não é a mesma coisa que dormir

O que acontece com o cérebro quando temos pesadelos e por que descansar não é a mesma coisa que dormir Pesadelos impactam a percepção de descanso e a regulação emocional, ocorrendo principalmente na fase REM do sono, essencial para o processamento emocional. Estudos indicam que, embora não alterem objetivamente a arquitetura do sono, pesadelos frequentes podem estar associados a menor eficiência e mais despertares. A frequência de pesadelos pode ser um indicador de estresse elevado, funcionando como um termômetro emocional.

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