Já caiu na armadilha do 'tasteslop'? Conheça mecanismo que dita o que é bacana a partir dos algoritmos

Malas da alemã Rimowa, velinhas cheirosas da parisiense Diptyque e a bolsa maxiflap da Chanel que conquistou as celebridades. De repente, você tem a sensação de que todos os seus amigos estão cruzando aeroportos, decorando a casa e atualizando o guarda roupa com esses itens, menos você. E o que eles têm em comum? Além de acenderem o nosso desejo, tornaram-se parte do que chamamos de tasteslop, termo em inglês criado pela consultora de tendências americana Emily Segal, que define a padronização da estética e do bom gosto massificado e embalado pelos algoritmos. Será que suas aspirações atuais são mesmo genuínas, ou apenas fabricadas pelo excesso de uso das redes sociais?
Já caiu na armadilha do 'tasteslop'? Conheça mecanismo que dita o que é bacana a partir dos algoritmos

Já caiu na armadilha do ‘tasteslop’? Conheça mecanismo que dita o que é bacana a partir dos algoritmos O conceito de ‘tasteslop’, criado por Emily Segal, descreve a padronização do gosto influenciada por algoritmos de redes sociais, questionando a autenticidade cultural. Especialistas alertam para a crise de identidade e a falsa sensação de pertencimento gerada pelas redes. A preservação da singularidade em meio à massificação é destacada como um desafio crucial.

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