Aniversariante do dia, Ancelotti trouxe paz à seleção brasileira com liderança silenciosa, leitura de jogo e respeito ao país do futebol
Em meio ao ciclo conturbado desde a Copa do Mundo de 2022, dentro de campo e na política da CBF, tudo o que a seleção brasileira precisava para o Mundial 2026 era de paz. Quando Carlo Ancelotti decidiu mudar os rumos da carreira de sucesso na Europa para liderar o escrete canarinho rumo ao hexa, ninguém imaginava que, um ano depois, a seleção chegaria para o torneio que começa amanhã, se não entre as favoritas, ao menos em um ambiente de certa tranquilidade, apesar da pressão e de toda a polêmica sobre a convocação de Neymar.