EUA concluem investigação sobre trabalho forçado e propõem mais uma tarifa contra Brasil
Após a conclusão da investigação da seção 301 que prevê um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, o USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) divulgou na madrugada desta quarta-feira (3) uma nova análise que também inclui o Brasil. Trata-se do caso investigado sobre o suposto uso de trabalho forçado por 59 países e a União Europeia.
EUA concluem investigação sobre trabalho forçado e propõem mais uma tarifa contra Brasil O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros como parte de uma investigação sobre o suposto uso de trabalho forçado. O Brasil contesta a medida, argumentando que possui um sistema robusto de combate ao trabalho escravo e que a ação unilateral dos EUA viola as regras da OMC.
- O USTR dos EUA investiga o Brasil por suposto trabalho forçado e propôs uma tarifa de 12,5%.
- O Brasil alega ter políticas robustas contra o trabalho escravo e considera a ação americana desproporcional e injusta.
- O governo brasileiro sustenta que a Seção 301 é um instrumento unilateral incompatível com as regras da OMC.
- O USTR considera a conduta do Brasil em relação ao trabalho forçado injustificável e que impõe obstáculos ao comércio dos EUA. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/eua-concluem-investigacao-sobre-trabalho-forcado-e-propoem-mais-uma-tarifa-contra-brasil.shtml
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