Opinião
Daniel Haidar e Dom Capelari em cena da peça dirigida por Dagoberto Feliz - João Maria da Silva Júnior / Divulgação
Opinião A nova montagem de “Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos”, idealizada por Rafael Gomes e Daniel Haidar, celebra os 60 anos da obra de Tom Stoppard no Nu Cine Copan. A peça foca em dois personagens periféricos de Hamlet, explorando temas filosóficos como o destino cego, a ilusão de controle e a condição humana em meio a circunstâncias incontroláveis, inspirada em Arthur Schopenhauer.
- A peça “Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos” celebra 60 anos da obra de Tom Stoppard.
- A montagem é dirigida por Dagoberto Feliz e ambientada no Nu Cine Copan.
- A obra centra-se em dois personagens secundários de Hamlet, explorando sua perspectiva em meio a eventos trágicos.
- O espetáculo dialoga com a filosofia de Arthur Schopenhauer sobre destino e a ilusão de controle.
- A produção destaca a atuação de Daniel Haidar (Guildenstern), Dom Capelari (Rosencrantz) e Victor Mendes (O Ator).
- A experiência teatral é pensada como simultânea e complementar à montagem de “Hamlet” no mesmo espaço.
- A peça assume riscos ao apresentar referências que podem desorientar espectadores desavisados e sugere um corte para evitar o tédio. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mise-en-scene/2026/05/peca-transforma-coadjuvantes-de-hamlet-em-protagonistas-de-tragedia-filosofica.shtml
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