Opinião

Michael Viriato escreve sobre como cuidar do seu dinheiro, poupar e planejar o futuro
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Opinião Compradores de imóveis na planta geralmente calculam os custos baseados apenas na fase de construção, que possui parcelas administráveis. O problema surge na entrega das chaves, quando o financiamento de longo prazo se inicia e os juros de mercado, que podem ficar mais caros, tornam o custo total significativamente maior do que o esperado. Isso ocorre pois a poupança, tradicional fonte de financiamento imobiliário com juros baixos, não acompanha mais o crescimento do crédito, forçando o uso de fontes mais caras atreladas à Selic.

  • Compradores de imóveis na planta focam no custo durante a construção, ignorando o impacto futuro do financiamento.
  • A entrega das chaves marca o início do financiamento imobiliário de longo prazo, cujas parcelas podem aumentar devido à alta dos juros.
  • O crédito imobiliário brasileiro pode ficar mais caro nos próximos anos porque a carteira de crédito ultrapassou o volume da poupança.
  • Tradicionalmente, a poupança financiava imóveis com juros abaixo da Selic, mas essa fonte não é mais suficiente.
  • Fontes alternativas de financiamento têm custo próximo ao CDI e Selic, além do spread bancário.
  • O custo do financiamento imobiliário pode se alinhar mais aos juros de mercado do que às taxas subsidiadas habituais.
  • Compradores que planejam financiar grande parte do imóvel na entrega das chaves correm o risco de enfrentar condições de crédito menos favoráveis e juros mais altos, aumentando o custo total do imóvel. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/de-grao-em-grao/2026/05/o-alerta-de-mastrorosa-para-quem-comprou-imovel-na-planta.shtml
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