Opinião

Escritora, roteirista e uma das idealizadoras do movimento Um Grande Dia para as Escritoras
Opinião

Opinião A autora relata sua experiência de se sentir deslocada em sua família de origem, buscando afinidade em movimentos juvenis e na faculdade. Ela descreve como a necessidade e a busca por conexão a levaram a formar novas amizades e ‘matilhas’ em diferentes fases da vida. A reflexão se estende para a percepção de que, apesar das dificuldades em fazer novas amizades com o envelhecimento, a esperança de encontrar novas almas gêmeas permanece viva.

  • A autora se sentia deslocada em sua família, preferindo escrever e ‘incendiar o sistema’ a seguir os planos de seus pais.
  • Experiências na adolescência, como um curso de etiqueta, mostraram sua inclinação a questionar normas sociais e a formar amizades inesperadas.
  • A faculdade foi um ambiente propício para encontrar pessoas com interesses semelhantes, formando grupos que perduraram ao longo do tempo.
  • A dificuldade em fazer amigos aumenta com a idade, possivelmente devido a maior fechamento em famílias nucleares, exigências e rigidez.
  • A necessidade após uma mudança para Curitiba levou à formação de um sarau literário que se tornou uma nova ‘matilha’, o grupo Minuano.
  • A autora antecipa uma nova mudança, sentindo excitação pela possibilidade de conhecer novas pessoas e formar novas conexões, mesmo com certa ‘preguiça cinquentona’.
  • Há uma esperança contínua em encontrar pessoas com quem se identifique e possa ‘capengar juntos’. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovana-madalosso/2026/05/feliz-de-quem-encontra-a-sua-matilha.shtml
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