A crueldade do Estado woke
Caso Henry mostra que, prostrada diante da nova religião do regime, a polícia britânica está programada para acreditar no "homem pardo" e duvidar do "homem branco"
A crueldade do Estado woke O artigo detalha o caso de Henry Nowak, um jovem esfaqueado até a morte em Southampton, Inglaterra, que foi algemado pela polícia enquanto sangrava, pois o agressor o acusou de racismo. O texto critica a polícia por ceder às acusações difamatórias do assassino, em vez de ajudar a vítima, atribuindo essa conduta à ideologia “woke” e politicamente correta, que prioriza o sinalizar virtude sobre a verdade. O autor argumenta que essa ideologia, influenciada pela Teoria Crítica da Raça, leva à inversão de papéis, onde o agressor é visto como vítima e a vítima como opressor, demonstrando o “Estado woke” em ação.
- Henry Nowak, um jovem britânico de origem polonesa, foi esfaqueado cinco vezes por Vickrum Digwa em Southampton, Inglaterra.
- A polícia algemou Nowak enquanto ele sangrava e implorava por ajuda, após ser acusado de racismo pelo agressor.
- O caso é apresentado como um exemplo da influência da ideologia “woke” e politicamente correta, que prioriza a acusação de racismo sobre a investigação da verdade.
- O artigo critica a polícia por acreditar nas calúnias do assassino e tratar a vítima com truculência, em vez de oferecer socorro.
- Digwa foi considerado culpado de assassinato, sua mãe de ajudar um criminoso, e a polícia pediu desculpas pela abordagem a Nowak.
- O autor argumenta que o “Estado woke” prioriza a ideologia e o sinalizar virtude em detrimento da justiça e da verdade, vendo cidadãos mais como potenciais infratores racistas. https://www.revistaoeste.com/revista/edicao-325/a-crueldade-do-estado-woke/
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