Do quintal ao varejo: a difícil ascensão do hidromel brasileiro
Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, começou a atuar na comunicação em 2018. Desde então, trabalhou nas redações de veículos como Forbes, Gazeta do Povo e Veja, produzindo textos sobre cultura, empreendedorismo, política e agronegócio. Atualmente, cursa pós-graduação em "Literatura, Artes e Filosofia" pela PUC-RS.
Do quintal ao varejo: a difícil ascensão do hidromel brasileiro O mercado global de hidromel, avaliado em US$ 655 milhões em 2025, projeta alcançar US$ 1,75 bilhão até 2034. No Brasil, a Philip Mead, líder na produção nacional, luta contra a informalidade e entraves regulatórios que restringem o uso de termos como “premium” e “artesanal”, além de proibir o uso de méis de abelhas nativas em escala agroindustrial. A empresa busca agora expandir para o varejo físico e redes de supermercados, enquanto lida com a incerteza da Reforma Tributária e seu impacto na carga tributária já elevada sobre bebidas alcoólicas.
- O mercado global de hidromel deve crescer de US$ 655 milhões em 2025 para US$ 1,75 bilhão até 2034.
- No Brasil, o setor de hidromel enfrenta informalidade e complexidades regulatórias.
- A Philip Mead, maior produtora nacional, começou como hobby e busca escalar sua produção.
- Normas do Mapa proíbem termos como “premium” e “artesanal” e restringem o uso de méis de abelhas nativas.
- A empresa está reestruturando sua distribuição para focar no varejo físico e redes varejistas.
- A Reforma Tributária gera incertezas sobre o futuro da carga tributária sobre bebidas alcoólicas. https://www.revistaoeste.com/agronegocio/do-quintal-ao-varejo-a-dificil-ascensao-do-hidromel-brasileiro/
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