Brasil tem mais de 8 milhões de analfabetos
Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, começou a atuar na comunicação em 2018. Desde então, trabalhou nas redações de veículos como Forbes, Gazeta do Povo e Veja, produzindo textos sobre cultura, empreendedorismo, política e agronegócio. Atualmente, cursa pós-graduação em "Literatura, Artes e Filosofia" pela PUC-RS.
Brasil tem mais de 8 milhões de analfabetos O Brasil registrou um aumento de 592 mil pessoas alfabetizadas em comparação com o ano anterior, com o IBGE definindo alfabetizado como alguém que lê e escreve um recado simples. A população idosa, embora ainda concentre a maioria dos analfabetos, puxou a queda geral dos índices de analfabetismo, que diminuíram de 6,7% para 5,3% desde o início do levantamento. O tempo médio de permanência nas escolas aumentou para 10,2 anos, mas persistem disparidades raciais no acesso à educação.
- O Brasil ganhou 592 mil pessoas alfabetizadas, e o índice de analfabetismo caiu para 5,3% em 2023.
- A população idosa (60 anos ou mais) liderou a queda do analfabetismo, que diminuiu de 20,5% para 13,8% neste grupo.
- Idosos ainda representam a maior parte dos analfabetos no país, somando 4,8 milhões de pessoas.
- A taxa de analfabetismo é menor nas faixas etárias mais jovens, chegando a 4,9% acima de 15 anos.
- O tempo médio de estudo para maiores de 25 anos aumentou para 10,2 anos, com mulheres tendo uma média ligeiramente maior.
- Estudantes brancos têm, em média, 11,1 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos têm 9,5 anos.
- 42,6% da população concluiu o ensino médio completo ou etapas superiores. https://www.revistaoeste.com/brasil/brasil-atinge-menor-taxa-de-analfabetismo-da-historia-recente/
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