Brasil avança na dignidade menstrual, mas desafios seguem estruturais

Política federal ampliou acesso a absorventes gratuitos e colocou saúde menstrual no debate público após anos de invisibilidade
Brasil avança na dignidade menstrual, mas desafios seguem estruturais

Brasil avança na dignidade menstrual, mas desafios seguem estruturais No Brasil, mais de 4 milhões de meninas em idade escolar enfrentam privação menstrual, com cerca de 713 mil sem acesso a itens básicos de higiene nas escolas. Uma política federal distribui absorventes gratuitamente, buscando combater a pobreza menstrual, que envolve também falta de saneamento e infraestrutura inadequada. Experiências internacionais e projetos de lei buscam ampliar direitos, mas desafios como estigma e a persistência de desigualdades ainda precisam ser superados.

  • Mais de 4 milhões de meninas brasileiras em idade escolar enfrentam privação menstrual.
  • Cerca de 713 mil meninas não têm acesso a banheiro ou itens básicos de higiene nas escolas.
  • O Brasil distribui absorventes gratuitamente por meio do Programa de Proteção e Promoção da Saúde e Dignidade Menstrual.
  • A pobreza menstrual envolve precariedade de saneamento básico, acesso à saúde, infraestrutura escolar inadequada e desinformação.
  • Seis em cada dez alunas sofrem com dores menstruais fortes ou moderadas que impactam os estudos.
  • 15% das meninas brasileiras já deixaram de frequentar a escola por falta de absorventes.
  • A Espanha foi o primeiro país ocidental a aprovar licença menstrual remunerada.
  • Um projeto de lei no Brasil propõe licença de até três dias consecutivos por mês para mulheres com sintomas graves de fluxo menstrual. https://vermelho.org.br/2026/05/28/brasil-avanca-na-dignidade-menstrual-mas-desafios-seguem-estruturais/
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