UBM aciona TikTok por misoginia e cobra R$ 100 milhões na Justiça

Ação civil pública acusa plataforma de lucrar com vídeos que banalizam a violência contra mulheres e pede medidas permanentes de responsabilização e prevenção.
UBM aciona TikTok por misoginia e cobra R$ 100 milhões na Justiça

UBM aciona TikTok por misoginia e cobra R$ 100 milhões na Justiça A União Brasileira de Mulheres (UBM) moveu uma ação civil pública contra o TikTok, exigindo R$ 100 milhões por danos morais coletivos devido à circulação de vídeos misóginos. A entidade alega que a plataforma lucra com a disseminação de ódio e violência de gênero, e pede não apenas indenização, mas também a adoção de medidas estruturais para combater o problema. A ação se baseia na grave realidade da violência contra a mulher no Brasil e na cultura de misoginia que os vídeos viralizados reforçam.

  • UBM ingressou com ação civil pública contra o TikTok por vídeos misóginos.
  • A entidade pede indenização de R$ 100 milhões por danos morais coletivos.
  • A ação foca na trend “caso ela diga não”, que simula agressões a mulheres rejeitadas.
  • UBM alega que o TikTok lucra com a disseminação de ódio e violência de gênero.
  • Pede-se a remoção de conteúdos, revisão de moderação e algoritmos, além de campanhas educativas.
  • A ação cita a alta taxa de feminicídios no Brasil e a cultura de misoginia enraizada.
  • A petição invoca normas nacionais e internacionais de direitos humanos e proteção às mulheres.
  • TikTok afirma ter removido conteúdos que violavam suas diretrizes e que seu time de moderação segue atento.
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