O que as pradarias americanas ensinam ao agro do Brasil
Antonio Cabrera escreve sobre as diferenças entre o agronegócio norte-americano e o brasileiro no que diz respeito às regulamentações.
O que as pradarias americanas ensinam ao agro do Brasil O agronegócio norte-americano prospera mais que o brasileiro devido a um ambiente governamental mais favorável, com menos burocracia e tributação reduzida em combustíveis e impostos sobre heranças. Nos EUA, políticas públicas reduzem riscos para produtores e trabalhadores, enquanto no Brasil o Estado é um obstáculo, com alta carga tributária e insegurança jurídica.
- Etanol é isento de imposto sobre vendas nos EUA, enquanto no Brasil pode chegar a 20%.
- Mais de 90% das áreas de milho e soja nos EUA têm seguro rural, contra 3,3% no Brasil.
- Os EUA não possuem um Código Florestal brasileiro que obrigue a retirada de áreas de produção para reserva.
- A carga tributária sobre o óleo de soja no Brasil alcança 31,45%, contra 1% em Illinois.
- A legislação federal americana proíbe estados de criar impostos específicos sobre acesso à internet, ao contrário do Brasil.
- Nos EUA, a isenção federal do imposto sobre heranças é alta, facilitando a sucessão familiar, enquanto no Brasil pode forçar a venda de propriedades.
- O veto ao Projeto dos Safristas pelo presidente Lula impede que trabalhadores temporários preservem o acesso a programas sociais, desestimulando o emprego formal.
- Nos EUA, trabalhadores agrícolas são geralmente isentos de hora extra após 40 horas semanais, reconhecendo a sazonalidade.
- A diferença entre o agronegócio dos dois países reside na política pública, não na capacidade dos produtores. https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/antonio-cabrera/quando-o-estado-nao-atrapalha-o-que-as-pradarias-americanas-ensinam-ao-agro-do-brasil/
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