Barroso nega que decretos de Lula às big techs geram censura nas redes
Ministro aposentado do STF afirma que decretos preservam as garantias básicas do processo legal. Leia na Gazeta do Povo.
Barroso nega que decretos de Lula às big techs geram censura nas redes O ex-ministro do STF, Luís Roberto Barroso, defendeu os decretos do presidente Lula que atualizam o Marco Civil da Internet, afirmando que não representam censura nas redes sociais e preservam garantias legais. Alexandre de Moraes questionou o impacto das redes na formação de opinião e o uso de algoritmos, enquanto Gilmar Mendes criticou o poder das big techs, cunhando o termo “tecnofeudalismo”. Os decretos aumentam a responsabilidade das plataformas na remoção de conteúdos ilícitos e na proteção de mulheres contra violência digital.
- Luís Roberto Barroso, ministro aposentado do STF, defende os decretos de Lula que regulamentam as plataformas digitais, negando que configurem censura.
- Barroso afirma que a regra geral é a remoção de conteúdo apenas após decisão judicial, com exceção de conteúdos criminosos que podem ser removidos mediante notificação.
- Alexandre de Moraes destacou a influência dos algoritmos e da coleta de dados na manipulação de informações e na formação de opinião pelas big techs.
- Gilmar Mendes criticou o domínio das grandes empresas de tecnologia, chamando o modelo de “tecnofeudalismo”.
- Os decretos criam diretrizes para proteger mulheres contra violência digital e ampliam as obrigações das plataformas na prevenção e remoção de conteúdos ilícitos. https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/barroso-nega-decretos-lula-big-techs-censura-redes/
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