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A Inteligência Artificial nutre o submundo da guerrilha eleitoral
Milícias Personagens fictícios criados por Inteligência Artificial (IA), como Dona Maria e Seu Zé, ganham destaque nas redes sociais durante o período eleitoral, levantando preocupações sobre manipulação e desinformação. Especialistas alertam que o uso massivo e desregulado de IA pode levar a uma eleição “agressiva, cínica, opaca e perigosa”, com riscos de manipulação em larga escala. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) busca combater a disseminação de conteúdos falsos produzidos por IA, enquanto empresas especializadas em “IA de Ataque” e “IA de Defesa” atuam nas campanhas.
- Personagens virtuais criados por IA, como Dona Maria, ganham milhões de seguidores e são usados para disseminar discursos políticos.
- O uso de IA em campanhas eleitorais levanta preocupações sobre manipulação, desinformação e a erosão da verdade.
- Especialistas alertam que a IA pode ser usada de forma “devastadora” em duas frentes: generativa (criando conteúdos falsos) e preditiva (explorando vulnerabilidades do eleitorado).
- Partidos políticos recorrem ao TSE para derrubar perfis falsos, mas o conteúdo continua a circular em outras plataformas.
- O Brasil se prepara para a primeira eleição presidencial com potencial uso massivo de IA, exigindo regulamentação e vigilância.
- Empresas oferecem serviços de “IA de Ataque” e “IA de Defesa” para influenciar campanhas eleitorais, com orçamentos que podem chegar a centenas de milhares de reais.
- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera o combate à desinformação gerada por IA um “desafio amazônico”, buscando garantir a lisura do processo eleitoral. https://www.cartacapital.com.br/carta-capital/milicias/
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