Sérgio Lirio: A paz do PCC prova que a facção não é terrorista
Por ser a corporação empresarial mais eficiente do Brasil, o Primeiro Comando sabe que o caos reduz os lucros e coloca em risco a 'fábrica' de dinheiro.
Sérgio Lirio: A paz do PCC prova que a facção não é terrorista A ideia de que facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho são “narcoterroristas” não se sustenta. O PCC, em particular, impõe uma ordem interna que beneficia seus negócios, diferentemente de grupos terroristas que prosperam no caos. A violência contra policiais é vista como uma tática de manutenção de poder, similar a práticas de organizações mafiosas e corporações empresariais.
- A tese de “narcoterrorismo” para facções como PCC e CV é refutada pela realidade de ordem interna imposta por elas.
- O PCC busca a “paz” para garantir o lucro, pois o caos prejudica seus negócios, ao contrário de grupos terroristas.
- A violência contra policiais e a eliminação de concorrentes são comparadas a práticas de ‘compliance’ e controle de qualidade de organizações mafiosas.
- O pedido de classificação como terrorista visa influenciar eleições e aumentar o poder de barganha dos EUA, comparando o governo Trump a uma facção em busca de dividendos. https://www.cartacapital.com.br/opiniao/pax-do-pcc-prova-que-faccao-nao-e-terrorista/
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