A tecnologia que ergue estruturas na Amazônia sem usar cimento

As malocas construídas pelos indígenas brasileiros conseguem se manter em meio a tempestades tropicais e climas extremos.
A tecnologia que ergue estruturas na Amazônia sem usar cimento

A tecnologia que ergue estruturas na Amazônia sem usar cimento Os indígenas brasileiros desenvolveram a engenharia das malocas, casas coletivas construídas há milhares de anos com materiais naturais como madeira, cipós e folhas de palmeira. Essas estruturas são notavelmente resistentes a chuvas, ventos e ao clima amazônico, utilizando conhecimento ancestral para selecionar espécies e técnicas de amarração flexíveis. Além de abrigos, as malocas funcionam como sistemas naturais de controle de temperatura e ventilação, com a fumaça das fogueiras ajudando a secar a cobertura e afastar insetos.

  • As malocas são casas coletivas construídas com madeira, cipós e folhas de palmeira, sem uso de cimento, pregos ou parafusos.
  • Possuem alta resistência a chuvas tropicais, ventos fortes e ao clima quente e úmido da Amazônia.
  • A seleção de madeiras resistentes (iraúba, angelim) para pilares e o trançado de folhas de palmeira (inajá, tucumã, babaçu) para a cobertura garantem durabilidade e proteção contra a chuva.
  • Fibras vegetais como o cipó-titica são usadas em amarrações flexíveis que permitem à estrutura balançar levemente com o vento, evitando danos.
  • O telhado de palha atua como isolante térmico, e o formato elevado do teto promove ventilação contínua, mantendo o interior ventilado.
  • A fumaça das fogueiras para cozinhar, ao subir e se concentrar perto do teto, ajuda a afastar insetos e a secar a cobertura, aumentando sua durabilidade. https://www.brasilparalelo.com.br/noticias/a-tecnologia-que-ergue-estruturas-na-amazonia-sem-usar-cimento
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