Espanha vence Peru por 3 a 1 em último amistoso antes da Copa

Em seu último amistoso antes da Copa do Mundo, a seleção da Espanha venceu o Peru por 3 a 1. O técnico Mano Menezes, do Peru, avaliou que a equipe espanhola está em um nível superior ao da seleção brasileira. A Espanha é apontada como uma das favoritas ao título.
Espanha vence Peru por 3 a 1 em último amistoso antes da Copa

Espanha vence Peru por 3 a 1 em último amistoso antes da Copa A vitória da Espanha por 3 a 1 sobre o Peru foi só um amistoso no papel, mas virou teste de fogo para o moral espanhol, laboratório para Mano Menezes e termômetro incômodo para a seleção brasileira às vésperas da Copa.

Em campo: domínio espanhol, pesadelo peruano

No placar, nada de surpresa: “Peru 1 x 3 Espanha”. No desempenho, uma seleção europeia que ditou o ritmo desde o início. A crônica do jogo fala em Espanha que “domina e vence o Peru em noite de gol relâmpago e frango de goleiro”, com Oyarzabal abrindo o placar logo aos dois minutos e Pedri ampliando ainda no primeiro tempo.

O terceiro gol escancarou a diferença técnica e de concentração: o goleiro Gallese protagonizou um lance “bizarro” ao tentar cortar um cruzamento simples e marcar contra, selando o 3 a 1 em Puebla.

Visão espanhola: Everest à vista

Na Espanha, a leitura é de auge, não de amistoso qualquer. A imprensa celebrou que a seleção “venceu o Peru em último teste antes do Mundial” com facilidade, esticando para 35 jogos a série invicta antes da Copa. Manchetes exaltadas chegaram a dizer que “a Espanha pode jogar no Monte Everest” e que a equipe “está preparada, aguardando a chegada de jogadores excepcionais como Lamine Yamal e Nico Williams”, ambos ainda poupados.

Visão peruana (e brasileira): alerta amarelo

Do outro lado, Mano Menezes saiu derrotado, mas com diagnóstico claro e incômodo para o torcedor brasileiro. O treinador afirmou enxergar a Espanha como “time melhor que o Brasil”, destacando um “trabalho definido, sólido, com perseverança”, enquanto a Seleção ainda estaria “em construção”, num processo “mais turbulento, com mais interrupções”.

Mano não descarta o Brasil, mas coloca Espanha e França como principais favoritas ao título, deixando os brasileiros correndo por fora. A mesma partida que animou Madrid serviu, em Lima e no Brasil, como lembrete duro: o Mundial começa com a Espanha em rotação máxima — e com a América do Sul correndo atrás.

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