Roberta Miranda participa de esquete e beija Tata Werneck e Edu Sterblitch
Roberta Miranda participa de esquete e beija Tata Werneck e Edu Sterblitch Roberta Miranda, Tata Werneck e Eduardo Sterblitch precisaram de poucos segundos de tela para incendiar o debate: o “trisal” do humorístico E.T., no Multishow, virou trending topic e teste de tolerância para público e TV tradicional.
De um lado, a narrativa oficial da TV por assinatura trata tudo como puro experimento cômico e vitrine de estrelas. O Gshow descreve a participação da sertaneja como parte do universo caótico do programa, em que Roberta entra num falso documentário sobre o casal musical Cínthia e Conrado e, no final, “os três formam um trisal e comemoram com um selinho triplo”. A mesma matéria reforça a proposta do E.T. de ser um show de personagens em que Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck “prometem entregar tudo, menos sentido” ao longo dos 10 episódios.
Já o olhar mais centrado em entretenimento pop destaca o choque calculado. O F5 resume sem rodeios: “Roberta Miranda beija Tata Werneck e Edu Sterblitch em esquete; assista”. A descrição fala em “beijos quentes” entre o trio e lembra que trechos da cena foram parar rapidamente nas redes, com reações que vão de “Que programa insano” a “Não pode ser”. Aqui, o foco não é a construção artística do humorístico, mas o potencial viral do beijo triplo.
O contraste é claro: enquanto a comunicação alinhada à emissora vende o E.T. como laboratório de performance e humor nonsense, a cobertura mais tablóide explora a transgressão visual – o trisal, o choque, o replay nas redes. No meio desse choque de narrativas, o beijo é o mesmo; o que muda é se ele é apresentado como invenção artística ou munição para a próxima polêmica de timeline.
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