Opinião
Jornalista especializada em comunicação pública e vice-presidente de gestão e parcerias da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública)
Opinião A mobilização pela indicação de uma mulher negra para o STF se intensifica após a rejeição de um nome pelo presidente. A demografia brasileira, com maioria feminina e negra, contrasta com a ausência histórica de mulheres negras na corte, apesar da existência de profissionais qualificadas. A perspectiva de nomeação parece remota, considerando a intenção do presidente de insistir no candidato rejeitado.
- A mobilização por uma mulher negra no STF ganhou força após a rejeição de um nome indicado pelo presidente.
- O Brasil tem maioria de mulheres (51,5%) e negros (56%), mas nenhuma mulher negra já ocupou um assento na Corte.
- Existem diversas mulheres negras qualificadas para o cargo, com reputação ilibada e notório saber jurídico.
- A indicação de uma mulher negra para o STF é vista como um mínimo de respeito à diversidade e reparação histórica.
- Apesar da necessidade, a nomeação parece improvável devido à intenção do presidente de insistir no candidato rejeitado. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-cristina-rosa/2026/05/elas-nao.shtml
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