Juíza aponta que julgamento social de Monique foi severo por ela ser mulher

A juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri do Rio, concedeu perdão judicial a Monique Medeiros pelo homicídio culposo de Henry Borel e criticou o machismo na reação da sociedade ao caso.
Juíza aponta que julgamento social de Monique foi severo por ela ser mulher

Juíza aponta que julgamento social de Monique foi severo por ela ser mulher A juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial a Monique Medeiros pelo homicídio culposo de Henry Borel, após o júri desclassificar a acusação para negligência. A magistrada também determinou que a pena por omissão diante da tortura já foi cumprida, criticando o julgamento social severo e discriminatório de gênero sofrido pela ré.

  • Monique Medeiros recebeu perdão judicial pelo homicídio culposo de Henry Borel.
  • O júri desclassificou a acusação de homicídio intencional para culposo, afastando o crime doloso.
  • A juíza avaliou que Monique já sofreu castigo severo e destacou seus bons antecedentes.
  • Monique foi condenada a um ano e quatro meses por omissão diante da tortura, pena considerada cumprida.
  • A juíza criticou o machismo e a discriminação de gênero na reação social ao caso, apontando uma cobrança cultural desproporcional sobre a mulher.
  • A magistrada afirmou que o julgamento social de Monique foi mais severo por ser mulher, citando perseguição implacável e discriminatória de gênero. https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/06/04/perdao-judicial-monique-medeiros.ghtm
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