Jovem morta em rope jump devia estar presa a duas cordas, diz delegada
A jovem que morreu no sábado após saltar de rope jump deveria estar presa a duas cordas de segurança, mas, segundo a investigação, não estava presa a nenhuma delas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pela delegada responsável pelo caso, Andrea Levy.
Jovem morta em rope jump devia estar presa a duas cordas, diz delegada Uma jovem de 21 anos morreu ao saltar de rope jump em Limeira, São Paulo, pois não estava presa a nenhuma das duas cordas de segurança exigidas. Três instrutores foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual e a Justiça converteu a prisão em preventiva, pois os funcionários não souberam explicar a falha. As empresas responsáveis pela atividade são a Entre Cordas e a Ih Voei.
- Jovem de 21 anos, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, morreu caindo de 40 metros após salto de rope jump.
- A vítima deveria estar presa a duas cordas de segurança, mas não estava conectada a nenhuma delas.
- Três instrutores foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual e a prisão foi convertida em preventiva.
- Os instrutores presos não souberam explicar a falha na conexão das cordas e alegaram estarem em estado de choque.
- Um dos instrutores mencionou que a divisão de trabalho para checagem de segurança não era fixa.
- O salto tinha o custo de R$ 180 e empresas como Entre Cordas e Ih Voei estavam ligadas à atividade.
- O caso foi registrado como homicídio e a polícia obteve um vídeo do momento da queda. https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/06/15/jovem-morta-em-rope-jump-devia-estar-presa-a-duas-cordas-diz-delegada.ghtm
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