Engarrafamento no Everest: 274 alpinistas ao mesmo tempo no topo do mundo
Entenda como o Everest virou um "lixão de luxo". O recorde de alpinistas no topo gera engarrafamentos na zona da morte e levanta duras críticas ao capitalismo
Engarrafamento no Everest: 274 alpinistas ao mesmo tempo no topo do mundo O Everest, antes símbolo de superação humana, tornou-se um negócio capitalista acessível a quem paga cerca de 70 mil euros por expedições, especialmente em abril e maio. Este ano, um recorde de 274 alpinistas atingiram o cume simultaneamente, causando um engarrafamento na “zona da morte” acima dos 8 mil metros. Uma crítica aponta que o Everest se tornou um “lixão de luxo” e um destino turístico de massa, com objetos abandonados e lixo, resultado da apropriação pelos ricos que buscam status, sem responsabilidade pela poluição deixada.
- O Everest, antes um símbolo de superação, agora é um negócio capitalista acessível por cerca de 70 mil euros.
- Um recorde de 274 alpinistas atingiu o cume simultaneamente, causando um engarrafamento na “zona da morte”.
- Críticos denunciam o Everest como um “lixão de luxo” devido ao acúmulo de lixo e objetos abandonados.
- O brasileiro Leonardo Pena, de 51 anos, esteve entre os recordistas no cume.
- A apropriação capitalista do Everest é criticada por transformar a montanha em destino turístico de massa e depósito de lixo, sem responsabilidade dos escaladores ricos. https://revistaforum.com.br/esporte/engarrafamento-no-everest-274-alpinistas-no-topo-do-mundo
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